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terça-feira, 7 de junho de 2011

Bem Estar dá dicas práticas e eficientes para melhorar a autoestima

Preparador José Rubens D'Elia ensinou exercícios e a endireitar postura.
Em camarim ambulante, apresentadores propuseram mudanças de visual.

Do G1, em São Paulo


Gostar de si mesmo deve ser um exercício diário, praticado na frente do espelho e em todos os outros lugares. Não é fácil se amar, pois essa tarefa exige que muitos fatores estejam em harmonia: o lado pessoal, familiar, profissional, social. Mas o mais importante é dar o peso certo para cada problema e não deixar que os obstáculos naturais da vida impeçam você de ser feliz e se sentir bem.

A proposta do Bem Estar desta sexta-feira (3) foi dar dicas simples e eficazes para as pessoas darem a volta por cima e ficarem mais confortáveis consigo mesmas. Muitas vezes, uma transformação básica no visual pode fazer a diferença. Foi o que os apresentadores Mariana Ferrão e Fernando Rocha, junto com a equipe do programa, propuseram a bordo de um camarim ambulante. O resultado foi instantâneo.

Autoestima (Foto: Arte/G1)

Normalmente, todo mundo pensa que quem sai à noite para ir a uma festa está muito bem, com a autoestima em alta, mas nem sempre é assim. E, quanto mais alguém se sente triste e desanimado, pior é para a saúde, pois o risco de doenças aumenta.

No estúdio, o preparador físico e consultor do programa José Rubens D’Elia ensinou a manter uma postura ereta, com o peito aberto, para ajudar a levantar a autoestima. Ele também passou uma série de exercícios.

E o mais importante é buscar o que deixa você feliz, sereno, conectado. Procure fazer coisas gratificantes, prazerosas e que valham realmente a pena.

No blog Prepare-se, D'Elia dá mais dicas para melhorar a energia, a disposição e a autoestima.

Globo.com

quinta-feira, 18 de novembro de 2010

Saiba mais sobre os sintomas da depressão

http://video.globo.com/Videos/Player/Noticias/0,,GIM1320019-7823-SAIBA+MAIS+SOBRE+OS+SINTOMAS+DA+DEPRESSAO,00.html

Tristeza, ansiedade, angústia, desânimo. Se você se sente assim, meio para baixo, pode ser depressão. Veja entrevista com Sandra Carvalhais, presidente da associação mineira de psiquiatria.

'Deprê' de fim de ano? Saiba como combater

Especialistas lembram: é hora de abraçar amigos e familiares - e não a tristeza (Getty Images)

'Deprê' de fim de ano? Saiba como combater

Natalia Cuminale

Especialistas lembram: é hora de abraçar amigos e familiares - e não a tristeza (Getty Images)
John Lennon iniciou uma canção famosa da sua fase pós-Beatles com o seguinte verso: "Então é Natal / E o que você tem feito?" (Merry Christmans - War Is Over).


É uma pergunta desconcertante para uma época do ano que pretende reunir e pacificar, e nos coloca diante de reflexões existenciais sobre vitórias e fracassos pessoais. Segundo especialistas ouvidos por VEJA.com, o período de Festas tem, de fato, esse poder. Em outras palavras: ao invés de encerrar uma noite de celebração abraçada a parentes e amigos queridos, muita gente termina agarrada à tristeza e auto-comiseração.

"É uma época de cobranças, em que fazemos balanços do que foi conquistado. E isso pode trazer sentimentos de fracasso, baixa autoestima e desesperança", explica Acioly Lacerda, psiquiatra da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). Ele acrescenta que constatações clínicas revelam aumento de casos de depressão e tristeza nessa fase do ano. "As Festas podem funcionar como um gatilho para quem tem pré-disposição à depressão", completa o psiquiatra Ricardo Moreno, da Associação Brasileira de Psiquiatria (ABP).

Pular sete ondinhas na praia ou comer lentilha podem não resolver toda a questão. Mas os especialistas acreditam que há maneiras de combater a eventual "deprê de fim de ano".

Em primeiro lugar, é aconselhável evitar o rigor excessivo consigo mesmo, além de relativizar os acontecimentos recentes. "Ao invés de fazer uma lista das coisas ruins que ocorreram no ano, enumere as boas", diz Moreno. O segundo passo é lembrar o quanto se é querido pelas pessoas mais próximas - as que realmente importam. Isso ajuda a elevar a autoestima.

Um terceira dica do psiquiatra: as Festas são um momento propício para tentar resolver conflitos com familiares e amigos. "É uma ocasião em que as pessoas estão abertas para ouvir, perdoar e restabelecer vínculos afetivos", diz Moreno. "Esse sentimento gregário é inconsciente, mas é o verdadeiro espírito de Natal."

Os especialistas advertem também que é preciso tomar cuidados ao se olhar para o futuro, para o Ano Novo que chega. Isso vale especialmente para aquelas pessoas que planejam uma "revolução" a cada Réveillon. "Essa data não deve ser encarada como um marco para uma vida nova, pois isso gera um clima de euforia e ansiedade", aconselha Lacerda.

Nesse sentido, é de grande ajuda não estabelecer metas inatingíveis e prazos para a mudança - o que pode criar ambientes favoráveis à depressão. Ou seja, risque da lista de metas a ideia de perder vinte quilos, comprar a casa dos sonhos ou ser promovido a presidente da empresa se não há chances de isso acontecer. "Ter metas é bom, desde que elas sejam alcançáveis. É preciso adequar os desejos às possibilidades", afirma a psicanalista Dorli Kamkhagi, especialista em estudos do envelhecimento.

Por fim, pode-se voltar à canção de Lennon. Logo após o trecho citado na abertura desta reportagem, ele emendou: "Outro ano se encerrou/ E um novo acaba de começar." Ou seja: a despeito de nossos eventuais fracassos passados, uma nova etapa, uma nova oportunidade se abre à nossa frente.

Fonte: Revista VEJA

Depressão pode dobrar o risco de demência

Apesar da descoberta, os pesquisadores deixam claro que não sabem indicar se a depressão pode ser considerada um sintoma da demência ou se é a causa em potencial da doença

O estudo, realizado pela Universidade de Massachusetts, acompanhou 949 pessoas durante 17 anosPessoas diagnosticadas com depressão têm duas vezes mais chances de desenvolver demência, segundo indicam dois novos estudos publicados no periódico científico americano Neurology. Apesar da descoberta, os pesquisadores deixam claro que não sabem se a depressão pode ser considerada um sintoma da demência ou se é a causa em potencial da doença.

O levantamento, realizado por Jane Saczynski, da Universidade de Massachusetts, acompanhou 949 pessoas durante 17 anos. Os resultados mostraram que 22% daqueles que tiveram depressão desenvolveram demência, comparando com 17% que não apresentaram sintomas depressivos.

“A inflamação do tecido cerebral, que ocorre quando uma pessoa está deprimida, pode contribuir para a demência. Certas proteínas encontradas que aumentam com a depressão também podem ser responsáveis pelo desenvolvimento da doença”, disse Saczynski.

A autora do estudo acrescentou que um estilo de vida com dieta equilibrada e exercícios regulares evita o aparecimento de demência.

Outro estudo, feito com 1.239 americanos, verificou o número de vezes que uma pessoa apresentava a depressão com os riscos de desenvolver demência. Quanto mais frequente as crises de depressão, mais chances a pessoa tem de desenvolver demência. De acordo com os resultados, duas ou mais crises de depressão podem dobrar o risco de demência.

“Os sintomas similares entre demência e depressão podem levar a uma confusão na hora do diagnóstico, mas nós não sabemos se eles estão biologicamente ligados”, disse Rebecca Wood, diretora-executiva do Alzheimer’s Research Trust.

As pesquisadoras afirmaram que mais estudos são necessários para saber a relação direta entre depressão e demência.

Fonte: Revista VEJA

Ingestão de álcool na gravidez eleva risco de depressão


(Stockbyte)

Ingestão de álcool na gravidez eleva risco de depressão

Pesquisa da Universidade de São Paulo revela ligação entre o consumo de bebidas alcoólicas e sofrimento psiquiátrico na gestação e no pós-parto

A média de consumo das grávidas pesquisadas foi de 163,7g de álcool nos nove meses de


O estudo da USP também constatou o predomínio de sintomas depressivos durante a gestação, e não no pós-parto
O consumo de álcool na gravidez está relacionado ao sofrimento psiquiátrico durante e após a gestação. A conclusão é do estudo "Uso de álcool na gestação e sua relação com sintomas depressivos no pós-parto", da Faculdade de Medicina da USP em Ribeirão Preto (FMRP).

A psicóloga Poliana Patrício Aliane, autora da pesquisa que analisou um grupo de 177 grávidas, explicou à Agência USP que a ocorrência de depressão em gestantes não tem uma causa única. “São vários fatores de risco que contribuem para o problema”, descreve. “Pré-disposição genética, insatisfação na vida pessoal ou na relação conjugal são alguns desses fatores, e o consumo de álcool vem se juntar a eles”, explica.

O estudo também indica maior prevalência de depressão pós-parto entre mulheres que tiveram ao menos um "binge" alcoólico durante a gravidez. O binge é caracterizado pela ingestão de cinco ou mais doses alcoólicas em uma única ocasião, sendo que uma dose contém 12 gramas de álcool puro. “Uma lata de cerveja, por exemplo, contém uma dose de álcool”, descreve Poliana.

A média de consumo por gestante verificada no grupo pesquisado foi de 163,7 gramas de álcool ou quase 14 doses ao longo dos nove meses de gestação. “Essa é uma quantia elevada se levarmos em conta que o recomendado é que não se consuma nada”, destaca Poliana.

Outra constatação da pesquisa foi o predomínio de sintomas depressivos durante a gestação, e não no pós-parto. Do total de gestantes, aproximadamente 20% apresentaram sintomas de depressão durante a gravidez, ante 14,7% que se mostraram deprimidas no pós-parto.

Fonte: Revista VEJA

Jovens viciados em internet têm risco maior de depressão


(Thinkstock)

Jovens viciados em internet têm risco maior de depressão

Segundo pesquisa, estudantes que usavam a internet irracionalmente correm duas vezes mais o risco de desenvolver a doença

Os adolescentes "viciados" em internet têm mais do que o dobro de chances de sofrerem depressão do que aqueles que navegam na rede de forma mais controlada, revela um estudo divulgado nesta segunda-feira nos Estados Unidos.

De acordo com o estudo publicado no Archives of Pedriatic and Adolescent Medicine, 1.041 adolescentes de Guangzhou, no sudeste da China, preencheram um questionário para identificar se acessavam a internet de forma patológica e se sofriam de ansiedade e depressão.

A grande maioria dos adolescentes --mais de 940-- utilizava a internet corretamente. Segundo o estudo, porém, 62 (6,2%) foram classificados como usuários de internet moderadamente patológicos, e 2 (0,2%) como "severamente patológicos".

Nove meses depois, a condição psicológica dos adolescentes voltou a ser avaliada e os pesquisadores descobriram que os estudantes que usavam a internet descontrolada ou irracionalmente tinham uma propensão duas vezes e meia maior de desenvolver uma depressão do que aqueles que acessavam a rede de maneira moderada.

(Com Agência France-Presse)

Revista VEJA

Cientistas revelam segredos do antidepressivo "mágico"


Cientistas revelam segredos do antidepressivo "mágico"


Pesquisadores descobriram como a cetamina, uma substância analgésica, consegue ser muito mais eficiente que antidepressivos convencionais

A parte de baixo da figura mostra a regeneração de conexões sinápticas nos animais que receberam cetamina comparado com os que não receberam, acima. (Universidade de Yale)
"É uma remédio mágico — uma dose pode surtir efeito rapidamente e durar entre sete e 10 dias", disse Ronald Duman, médico da Universidade de Yale (EUA)



Pesquisadores descobriram um novo antidepressivo que pode surtir efeito em horas, ao invés de semanas ou meses quando comparado com a maioria dos remédios disponíveis atualmente no mercado. Os resultados serão publicados nesta sexta-feira na revista Science e devem acelerar o desenvolvimento de um antidepressivo seguro e fácil de administrar chamado cetamina.


Cientistas já conseguiram provar que a substância é extremamente eficiente em pacientes severamente deprimidos.

Em ratos, a cetamina ajuda a eliminar comportamentos associados à depressão e restabelece as conexões de células do cérebro lesionadas por stress crônico. "É uma remédio mágico — uma dose pode surtir efeito rapidamente e durar entre sete e 10 dias", disse Ronald Duman, médico da Universidade de Yale (EUA), autor sênior do estudo.

A cetamina é tradicionalmente usada como anestésico para crianças, mas há 10 anos pesquisadores americanos descobriram que, em pequenas doses, a droga parecia proporcionar alívio para pacientes de quadro depressivo. Nesses estudo iniciais, quase 70% dos pacientes que eram resistentes a qualquer tipo de tratamento antidepressivo mostraram melhora horas depois de receberem doses de cetamina. Porém, o uso clínico era limitado porque a droga tinha que ser injetada sob supervisão médica e em alguns casos causava sintomas psicóticos de curta duração.

Novos remédios — Os pesquisadores de Yale mapearam a ação molecular da substância no cérebro de ratos na tentativa de tentar desenvolver formas mais seguras e fáceis de administrar a droga. A equipe conseguiu traçar o caminho de atuação da droga e descobriu que a cetamina ajuda a formar novas conexões neurais rapidamente, um processo chamado sinaptogenesis. Dominando o mecanismo de atuação da cetamina, acreditam os médicos, será possível desenvolver drogas que atacam os mesmos problemas de várias maneiras diferentes.

A equipe identificou um ponto crítico no mecanismo de atuação, a enzima mTOR, que controla a produção da proteína responsável pelas novas conexões no cérebro.

Os cientistas disseram que 40% das pessoas que desenvolvem depressão não respondem à medicação. Muitas outras só respondem depois de muitos meses ou anos tentando diferentes tratamentos. A cetamina se mostrou eficiente também como uma forma de tratar rapidamente pessoas com tendências suicidas, resultado atingido apenas semanas depois de iniciados os tratamentos com antidepressivos convencionais.


Fonte: Revista VEJA