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terça-feira, 18 de maio de 2010

USP desenvolve nova técnica para resolver dor nas costas

http://video.globo.com/Videos/Player/Noticias/0,,GIM1264914-7823-USP+DESENVOLVE+NOVA+TECNICA+PARA+RESOLVER+DOR+NAS+COSTAS,00.html

Segunda-feira, 17/05/2010

A USP de Ribeirão Preto apostam em remédios inteligentes, que são aplicados com a ajuda de um equipamento que parece uma máquina de ressonância magnética.

sábado, 15 de maio de 2010

Um terço dos brasileiros sofre de dor na coluna

JULLIANE SILVEIRA
da Reportagem Local

A dor nas costas é a doença crônica mais comum entre os brasileiros. É, também, a menos tratada, apesar de ser percebida precocemente. O problema afeta 36% da população, e 68% dos atingidos buscam tratamento.

Os dados são de um estudo inédito feito pela Escola Nacional de Saúde Pública, ligada à Fiocruz. Os pesquisadores entrevistaram 12.423 pessoas com mais de 20 anos, de todas as regiões do Brasil. As informações foram levantadas em 2008 e podem ser extrapoladas para todo o país.

A descoberta da dor na coluna em idade precoce (aos 38 anos, em média) é uma das explicações para a menor busca por tratamento, se comparamos o problema com artrite e reumatismo, doenças que afetam 13% da população, e 78% desses pacientes se tratam.

No caso do problema na coluna, como a pessoa está em idade produtiva, deixa em segundo plano a necessidade de investigar as causas da dor. O fato de a doença não ter implicações imediatas na saúde do paciente também contribui.

"A pessoa não se percebe com limitação e não sabe quanto tempo vai levar para isso se tornar uma doença de base de fato. Sobre as doenças cardiovasculares se fala muito, a maioria sabe que podem causar sérias complicações", explica a epidemiologista Mônica Campos, uma das pesquisadoras.

A coluna é a segunda maior fonte de dor no mundo, atrás somente da cabeça. A Organização Mundial da Saúde estima que 80% da população mundial sofrerá ao menos um episódio de dor nas costas na vida.

Entre as principais causas estão tumores, cistos, lesões nos nervos, nas vértebras e nos discos e, principalmente, má postura, fraqueza dos músculos da região, tabagismo e obesidade.

"Os índices estão corretos, por uma razão simples: a coluna tem suas regras, e elas não são obedecidas. Isso torna o problema uma calamidade", diz o reumatologista José Goldenberg, professor da Unifesp e autor do livro "Coluna: Ponto e Vírgula" (ed. Ateneu).

As regras estão relacionadas ao estilo de vida do paciente, que contribui para o aumento de casos de dor nas costas: má postura, sedentarismo e obesidade estão ligados ao problema.

Imagem

Segundo Goldenberg, 80% das pessoas com dor melhoram com alterações nos hábitos.

"De cada dez pacientes que me encaminham para uma segunda opinião sobre cirurgia de coluna, nove não precisam. Essas pessoas não foram orientadas a parar de fumar, emagrecer, não receberam orientação psicológica. Querem tratar a imagem, o raio-X."

Para o ortopedista Sérgio Zylberstejn, presidente do Comitê de Coluna da Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia, essa dor é pouco compreendida, e os sintomas, minimizados. "Esse problema pode impactar na qualidade de vida do paciente, impedir a locomoção. O tratamento tem de ser dirigido para a causa, não para a consequência."

Folha on line de 15 de maio de 2010

quarta-feira, 12 de maio de 2010

Como é a Ginástica, Como é a Ginástica

Como é a Ginástica



Todos os exercícios são feitos na postura em pé, acompanhados por uma música especialmente desenvolvida para a prática, sem necessidade de roupas especiais, e utilizando uma respiração natural. A característica básica dos exercícios é a fusão de movimentos de alongamento com tração, controlado pelo praticante, dentro de seus próprios limites. Assim, esta ginástica, agindo de forma suave sobre os sistemas circulatório e articular, mobiliza o tônus muscular, suaviza os enrijecimentos e estimula a “lubrificação” das articulações.

A prática constante destes exercícios tem se revelado como um excelente instrumento na correção postural dos praticantes, bem como na melhora geral do indivíduo, combatendo os sintomas do stress, as ansiedades e irritabilidades além das ações positivas localizadas, específicas de cada exercício.

Por outro lado, tem-se notado nas práticas aplicadas junto a empresas, que o Lian Gong, por não ter um caráter competitivo mas sim de aprimoramento individual, estimula sobremaneira a integração entre aqueles que o praticam.

Lian Gong em 18 Terapias não é uma panacéia para todos os males, mas com certeza é uma prática que reúne conceitos ocidentais e orientais com uma simplicidade, eficácia e alegria não encontradas em outras práticas.

Fonte: http://www.liangong.com.br/

Lian Gong

A ginástica Lian Gong em 18 terapias, foi desenvolvida na China, pelo Dr. Zhuang Yuen Ming, médico ortopedista da Tradicional Medicina Chinesa (TMC), na década de 60.

Dr. Zhuang atendia, com mais 25 médicos, em um hospital de Shangai e notou que a partir da década de 60, aumentaram o número de casos de dores musculares e articulares de seus pacientes, em sua maioria trabalhadores de fábricas e escritórios da região. Tal fato se relacionava com a mudança da economia chinesa de rural para industrial e com os decorrentes desdobramentos para o corpo humano dos indivíduos envolvidos nesta transição.

Baseado no Tui Na, milenar arte fisioterápica chinesa, e na tradição dos trabalhos corporais chineses, o Dr. Zhuang sintetizou, em um primeiro momento, um conjunto de 18 exercícios que atuassem no corpo humano, da coluna cervical aos dedos dos pés. Ou seja, com a prática de 12 minutos diários de exercícios uma pessoa pode prevenir-se da maioria dos problemas decorrentes de má posturação ou de movimentos agressivos à lógica do corpo humano.

Posteriormente foram elaboradas mais duas seqüências de 18 movimentos cada, ampliando assim as possibilidades terapêuticas desta prática, com exercícios para as articulações e tendões e para o fortalecimento do coração e pulmão. Cada uma destas partes tem duração de 12 minutos também.

Fonte: http://www.liangong.com.br/

segunda-feira, 10 de maio de 2010

Comer nozes reduz colesterol, segundo estudo

da France Presse

Comer nozes ajuda a baixar os níveis de colesterol no sangue, de acordo com um estudo divulgado nesta segunda-feira nos Estados Unidos.

Pessoas que comeram 67 gramas de nozes por dia registraram uma queda de 5,1% da concentração total de colesterol e uma diminuição de 7,4% na lipoproteína colesterol de baixa densidade (LDL-C) -conhecida como colesterol mau- em comparação com pessoas que não comem nozes, indicou o estudo.

As pessoas com altos níveis de triglicerídeos que comeram nozes registraram uma queda de 10,2% nos níveis de lipídios no sangue, concluiu a pesquisa, que analisou informações de 25 testes levados a cabo em sete países, envolvendo 583 homens e mulheres entre 19 e 86 anos com níveis altos ou normais de colesterol.

O estudo foi liderado pela doutora Joan Sebate, da Universidade de Loma Linda, na Califórnia, e publicado nos Archives of Internal Medicine da American Medical Association.

Folha on line

sexta-feira, 7 de maio de 2010

Marcapasso


Marcapasso
O coração é um órgão ativado por estímulos elétricos, sendo composto por quatro câmaras, que funcionam como uma bomba propulsora de sangue. Esta bomba bate cerca de 100 mil vezes por dia, devendo ser eficaz durante toda a nossa vida. As paredes musculares de cada câmara se contraem em uma seqüência precisa, impulsionando um volume máximo de sangue com o menor consumo possível de energia.

A contração das fibras musculares do coração é controlada por uma descarga elétrica que flui através de vias distintas, em uma velocidade controlada. O nó sinusal ou sinoatrial inicia um impulso elétrico que flui sobre os átrios direito e esquerdo (câmaras cardíacas superiores), fazendo que estes se contraiam. O sangue, imediatamente será deslocado para os ventrículos (câmaras cardíacas maiores e inferiores). Quando o impulso elétrico chega ao nó atrioventricular (estação intermediária do sistema elétrico), este impulso sofre um ligeiro retardo.

Em seguida, o impulso dissemina-se ao longo do feixe de His, o qual se divide em ramo direito (direcionado para o ventrículo direito), e em ramo esquerdo (direcionado para o ventrículo esquerdo). Este último é dividido em dois fascículos: o ântero-superior esquerdo e o póstero-inferior direito. Em seguida, o impulso atinge os ventrículos, fazendo com que estes se contraiam (sístole ventricular), permitindo a saída de sangue para fora do coração. O ventrículo esquerdo ejeta o sangue para o cérebro, músculos e outros órgãos do corpo humano. O ventrículo direito ejeta o sangue exclusivamente para a circulação do pulmão, para que este sangue seja enriquecido com oxigênio.

O marca-passo artificial é um sistema de estimulação elétrica que consiste em um gerador de estímulos elétricos e um eletrodo. O gerador de estímulos elétricos é um circuito eletrônico miniaturizado e em uma bateria compacta. Os marca-passos têm um diâmetro próximo de cinco centímetros, podendo ser programado a funcionar na ausência do ritmo cardíaco natural (marca-passo de demanda). Assim, o marca-passo está apto a reconhecer ou perceber a atividade cardíaca. Quando o marca-passo não capta nenhum impulso elétrico natural do coração, libera um impulso elétrico. Como resultado, o músculo cardíaco contrai-se. O marca-passo é ligado ao coração através de um ou dois eletrodos. O eletrodo é um fio condutor muito fino, eletricamente isolado, que é colocado diretamente no lado direito do coração. É através destes fios que os impulsos elétricos são transportados até o coração.



Orientações antes do implante do marca-passo definitivo:

É necessário jejum de 6 horas. O marca-passo será implantado no centro cirúrgico ou no laboratório de hemodinâmica (local aonde se realizam os exames de cateterismo cardíaco). Medicações de uso habitual não costumam ser suspensas, com exceção dos anticoagulantes, por aumentarem os riscos de sangramentos. O uso de antibióticos preventivos é recomendado. O implante é realizado sob monitorização contínua da pressão arterial, eletrocardiograma e oximetria (avaliação do nível de oxigenação no sangue).

É realizada uma anestesia local com sedação ou uma anestesia geral. O gerador do marca-passo, geralmente é implantado na região peitoral (tórax) ou no abdômen. O cabo-eletrodo (um ou dois), que entrará em contato com a atividade elétrica do coração, é introduzido através de uma veia. Após o implante do marca-passo definitivo, realizamos um eletrocardiograma e exame de raios-X do tórax. O paciente permanece internado por pelo menos 24 horas após o implante.

Indicações:

* Disfunção do nó sinusal (marca-passo natural do coração):

Quando há uma disfunção irreversível do nó sinusal ou esta é causada por medicamentos que não podem ser retirados , um marca-passo definitivo poderá ser indicado nos casos com batimentos cardíacos muito reduzidos, levando a falta de ar, fadiga, tonturas e desmaios.

* Síndrome do seio carotídeo:

O seio carotídeo é uma estrutura localizada no pescoço, que participa do controle do batimento cardíaco e da pressão arterial. A síndrome (conjunto de sinais e sintomas) do seio carotídeo é uma doença rara, aonde certos movimentos bruscos do pescoço ou por compressão dessa região (exemplo: por uma gravata apertada), podem levar a quedas do batimento cardíaco e da pressão arterial. O marca-passo definitivo está indicado em casos de síndrome do seio carotídeo que causam desmaios (síncopes).

* Bloqueio atrioventricular:

O nó atrioventricular é uma estação “intermediária” do sistema elétrico do coração, aonde o impulso originado no nó sinusal (marca-passo natural do coração), sofre um ligeiro retardo. Situações aonde este impulso, neste local, lentifica excessivamente, são chamadas de bloqueios atrioventriculares. O bloqueio atrioventricular de segundo e terceiros graus (este último é chamado de bloqueio atrioventricular total) em geral, requerem o implante de um marca-passo.

A cardiopatia isquêmica, doença de Chagas, miocardiopatias dilatadas idiopáticas, infarto do miocárdio, entre outras cardiopatias, podem causar esses bloqueios avançados. O bloqueio atrioventricular do primeiro grau, raramente exige implante de um marca-passo definitivo. É comum que os casos de bloqueio atrioventricular total congênito (desde o nascimento), não exigem o implante de um marca-passo definitivo.

* Bloqueio intraventricular:

O impulso elétrico sofre um bloqueio nas vias elétricas (feixes de His) que ativam os ventrículos (câmaras cardíacas maiores e inferiores do coração). Estes bloqueios intraventriculares, quando levam a episódios de síncope (desmaio), podem exigir um implante de marca-passo definitivo.

Riscos e complicações:

As complicações mais freqüentes após o implante de um marca-passo definitivo são: o pneumotórax e hemotórax, que são, respectivamente, acúmulo de ar e sangue no espaço pleural (membrana que envolve os pulmões); hematomas; arritmias cardíacas; infecções; deslocamento do cabo-eletrodo e perda da sensibilidade ou comando do gerador (estas últimas complicações afetam o funcionamento deste dispositivo). Complicações graves e morte, relacionadas ao implante do marcapasso definitivo são raras.

Acompanhamento após o implante do marca-passo definitivo:

A periodicidade das avaliações deve ser a seguinte: no momento da alta hospitalar, 30 dias pós-implante, a cada 3 ou 6 meses, dependendo do tipo de estimulação e condição clínica, ou quando necessário, por intercorrências. A avaliação clínica básica deve constar de consulta clínica e realização de eletrocardiograma.

Fonte: www.coracaosaudavel.com/?p=249